Um pouco querer-te tanto
Temer...
Um pouco
Que muito te amar já há em mim
... E quando o gelo queimar
Permitir em chamas de lágrimas o olhar refletir
Derrete essa chama salgada
Brilhando fervura em intenso calor
Congela o momento em que adoça
e me traz o açúcar que a vida levou...
Corrói, destrói, destroça!
Evapora das cinzas o degustar que amargou
E vem seu sol, sal, teu suor
Posteriormente, refinado toque sutil. Amassa macio
Lambe este mel, e saliva, saliva...
Esquenta, me aquece lenta
Até que ávidos tremores me façam recuar
E enfrenta, me tenta e o que era gelo, agora, líquido a jorrar...
(movimentos do corpo suspiram canção)
[Lis Farias]
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